Manú Paiva já gravou dezenas de covers que viralizaram na internet, e que alcançaram milhões de visualizações.

A gravadora gospel MK Music, acaba de anunciar a contratação de Manú Paiva, uma jovem artista que vem construindo uma carreira brilhante dentro da música gospel.

A artista já tem uma biografia repleta de conquistas importantes. Em 2016, Manú participou da primeira temporada do The Voice Kids Brasil, isso a tornou conhecida no país, e foi o gatilho para a promoção do seu canal no Youtube.

Manú Paiva já gravou dezenas de covers que viralizaram na internet, e que alcançaram milhões de visualizações.

Atualmente o seu canal já alcançou a marca de quase 16 milhões de visualizações, fazendo dela a candidata perfeito para a MK, que busca ser mais digital, atraindo especificamente esse público da internet.

Sobre a contratação, a MK escreveu:

“Olha ela! A querida @manupaivaoficial agora é #FamíliaMK A cantora assinou contrato hoje! ? Sim, canções inéditas a caminho, mas os covers lindos no seu canal continuam! ? Bem-vinda, Manu. ? DICA: vai agora no canal da Manu Paiva no @youtube e já comece a ser abençoado… #MKnãoPARA #MKéMaisDigital”

O deputado acusa o ex-presidente de estar praticando diversos atos atentatórios à ordem e paz pública.

O deputado federal Abílio Santana (PL-BA) entrou com uma representação junto à Procuradoria Geral da República pedindo a prisão preventiva do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar argumenta que Lula, ao sair da prisão, proferiu discursos de ódio, praticando crimes contra a ordem pública, ao incitar a militância para atacar o Governo Federal, promovendo desagregação e desordem. “Os seus discursos violentos são claras incitações de uma guerra civil, ele quer instalar um caos no país. Nítida demonstração de desespero de quem não aceita ver o Brasil crescer, ” afirmou.

O deputado acusa o ex-presidente de estar praticando diversos atos atentatórios à ordem e paz pública, violando à Lei n.º 1.802/53, que define os crimes contra o Estado e a Ordem Política e Social. “São condutas reiteradas e deliberadas para a prática de crimes graves, por isso peço a prisão preventiva, para rigorosa apuração. Não podemos permitir que o terror seja instaurado, através das atrocidades ditas por um homem que faz do povo massa de manobra, ” disse Abílio.

A peça de representação, encaminhada para o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, cita trechos do discurso proferido por Lula, no dia seguinte à sua soltura, em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo – SP, onde afirmou que o Brasil precisava seguir o exemplo do Chile. “A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia, a gente tem que resistir”. Na fala, Lula defendeu, ainda, o ataque ao governo, completando: “na verdade, atacar e não apenas se defender”.

Para Abílio, citações como essas, são típicas de quem quer instalar uma guerra civil no Brasil. “ Ele pede para seguir o exemplo do Chile, onde a extrema esquerda provoca destruição e mais de 20 mortes seguindo estratégia do Foro de São Paulo, que discutiu, em uma de suas reuniões e pauta, ataques a Igrejas e depredação de objetos religiosos. É um claro incentivo a uma guerra civil no país, colocando, ainda, a culpa de todo o caos que poderá se instalar, no Supremo Tribunal Federal”, concluiu.

 

Operação busca aprofundar investigação sobre esquema de venda de decisões judiciais para facilitar grilagem no oeste da Bahia

 

A desembargadora e ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia Maria do Socorro Barreto Santiago foi presa preventivamente na manhã desta sexta-feira (29) em nova fase da investigação sobre um esquema de corrupção e venda de sentenças no fórum.

A ordem partiu do ministro Og Fernandes, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), relator da Operação Faroeste. A Polícia Federal também cumpriu três mandados de busca e apreensão. A decisão também converte as quatro prisões temporárias determinadas nos últimos dez dias em preventivas - quando não há prazo para encerrar.

A operação busca aprofundar a investigação sobre esquema de venda de decisões judiciais que tinha o propósito de legitimar a venda de terras na região oeste da Bahia. A grilagem teria sido praticada em até 360 mil hectares de terra, segundo a Procuradoria-Geral da República.

 

Maria do Socorro Barreto Santiago já havia sido afastada do cargo dez dias atrás, também por decisão judicial, quando da deflagração da primeira fase da operação, mas foi presa diante de indícios de que estaria destruindo provas e descumprindo a ordem de não manter contato com funcionários.

A investigação cita também movimentação de R$ 17 milhões nas contas bancárias da magistrada, parte dos valores sem origem comprovada. Na primeira fase da operação foram encontrados em endereço ligado à desembargadora joias, obras de arte, dinheiro em espécie, escrituras de imóveis. Para os investigadores, esse conjunto revela um indicativo de padrão econômico incompatível com os vencimentos de um servidor público.

Esta fase da operação ganhou o nome de Joia da Coroa. A magistrada, segundo investigadores da Polícia Federal e o Ministério Público, tem "relações indevidas" com outros investigados no esquema - entre eles, Adaílton Maturino, que se apresentava como cônsul de Guiné-Bissau, preso na primeira etapa da operação.

 

Segundo as investigações, Maria do Socorro teria designado o juiz Sérgio Humberto Sampaio para a atuar na Comarca de Formosa de Rio Preto com o "propósito de fazer cumprir, com velocidade incomum", as ações ajuizadas pelo borracheiro José Valter Dias. O magistrado foi mantido pelo presidente do TJ-BA, mesmo sendo lotado em Salvador, com o fim de "manter a operação".

Nos últimos dez dias, já haviam sido presos o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, da 5ª Vara de Substituições da Comarca de Salvador, e afastados por 90 dias o presidente do TJ-BA, Gesivaldo Nascimento Britto, e os desembargadores José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal, bem como a juíza de primeira instância Marivalda Almeida Moutinho. 

O relator Og Fernandes havia determinado também o bloqueio de R$ 581 milhões de parte dos investigados.

Até o fechamento deste texto, a reportagem não havia obtido o posicionamento dos citados. O espaço esta aberto para as manifestações de defesa.

Fonte Agência Estado
 

 

De acordo com os levantamentos da Receita Estadual o valor dos tributos sonegados, acrescido das multas aplicáveis, somam mais de R$ 19 milhões.

 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Civil, com o apoio da Secretaria da Receita Estadual e do Instituto de Metrologia e Qualidade Do Estado de Minas Gerais de Minas Gerais (Ipem), fazem, na manhã desta sexta-feira (29), a "Operação Jammer" que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa atuante no setor de distribuição e revenda de combustíveis.

Segundo o MPMG, de janeiro de 2018 até outubro de 2019 foram identificadas mais de 400 notas fiscais emitidas para aquisição e revenda de combustíveis mediante fraude pela organização investigada. De acordo com os levantamentos da Receita Estadual o valor dos tributos sonegados, acrescido das multas aplicáveis, somam mais de R$ 19 milhões.

Ainda conforme o MP, quatro mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão são cumpridos em endereços comerciais e residenciais em Belo Horizonte.

As investigações, iniciadas em 2018, apuraram roubo, adulteração e receptação de cargas de combustíveis e revelaram que os investigados desenvolveram um sofisticado esquema para sonegar impostos e "lavar" o dinheiro da atividade criminosa, perpetrada por meio da utilização de vários postos de combustíveis.

De acordo com o MPMG, aproveitando da menor tributação sobre o álcool e a gasolina no estado de São Paulo, a organização adquiria combustível e simulava a venda desses produtos para contribuintes na quele estado.

 

 

Além do Uruguai, Argentina e Bolívia vivem transição de poder, enquanto Colômbia e Chile aprovam projetos para tentar conter protestos populares

 

O presidente eleito do Uruguai, Luis Lacalle Pou, do partido Nacional, terá uma reunião nesta sexta-feira com o candidato derrotado no segundo turno, Daniel Martínez, da Frente Ampla, num encontro simbólico para iniciar os trabalhos de transição no país.

Depois de 15 anos governando o Uruguai, a Frente Ampla deixará o poder no dia 1 de março, data da posse de Lacalle Pou. A transição legislativa deve começar na terça-feira, numa reunião entre a atual vice-presidente, Lucía Topolansky, e sua sucessora, Beatriz Argimón.

O resultados das eleições, que tiveram o segundo turno no domingo, demorou cinco dias a mais para sair pela necessidade de contagem de uma classe extra de pouco mais de 30.000 votos que acabaram por ratificar a apertada vitória de Lacalle Pou. O senador e ex-presidente frente-amplista José Mujica afirmou ontem que a derrota aconteceu pela apatia política da esquerda uruguaia, “que ficou demasiado tranquila quando tinha que trabalhar”.

Graças a uma aliança com outros quatro partidos de centro-direita e extrema-direita, Lacalle Pou terá maioria parlamentar para levar adiante medidas mais duras de combate ao crime e também para tentar retomar um crescimento econômico mais acelerado do país. Mas já afirmou que não deve bater de frente em projetos sociais e trabalhistas aprovados pela Frente Ampla nos últimos 15 anos.

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